Confira esse post sobre o turismo em Mianmar nos dias de hoje, um país fascinante do Sudeste Asiático, mas que vem enfrentando muitos problemas políticos, econômicos e sociais.
Turismo em Mianmar
O MIANMAR – um país antigamente denominado Birmânia – já estava na minha lista de desejos havia alguns anos.
Assim, resolvemos fazer um novo mini-roteiro na Ásia, incluindo esse destino, além de Norte da Tailândia, Vietnam e Malásia.
Em nossa viagem por Mianmar, visitamos apenas a cidade de Yangon e a região do Reino de Bagan (ou Pagan).
Nós optamos por não ir a Mandalay, porque neste ano de 2025, um forte terremoto assolou a cidade, destruindo grande parte de suas construções, inclusive atrações turísticas.
Breves relatos históricos sobre Mianmar
Em seus primórdios, a região do atual Mianmar era habitada por diversas tribos étnicas, sem um governo central, e se incluía na área de influência da cultura indiana.
Somente no Século IX que as tribos se unificaram e surgiu um governo centralizado, na região do Reino de Bagan.
Esse grandioso reino medieval floresceu entre os Séculos IX e XIII e solidificou a identidade cultural birmanesa.
Ele findou no Século XIII, por ocasião da invasão mongol, mas, mesmo após sua queda, sua cultura e tradição perduraram.
Ao longo dos séculos, depois de separações, guerras e reunificações (inclusive com o auxílio dos portugueses), a expansão e grande influência do reino birmanês começaram a incomodar os britânicos, os quais já dominavam boa parte do Golfo de Bengala.
Consequentemente, após três guerras sucessivas (em 1824, 1852 e 1885), os Britânicos finalmente subjugaram a Birmânia.
Assim, a partir de 1886, a Birmânia foi anexada ao Império Britânico, passando a fazer parte da Índia Britânica durante o período colonial. Ela era, portanto, administrada como uma província da Índia Britânica. Posteriormente, ou seja, em 1937, os britânicos desmembraram a Birmânia da Índia.
A independência da Birmânia em relação aos britânicos ocorreu somente em 1948 (menos de um ano depois de sua vizinha, a Índia).
Na mesma ocasião, eclodiu uma guerra civil que perdura até os dias de hoje.
Após a independência, o país foi quase continuamente governado por uma ditadura militar, com curtos (e poucos) períodos de democracia.
No ano de 1989, o país, que se chamava “Birmânia” foi, então, rebatizado como “Mianmar”.
O país vem enfrentando uma grave crise, depois de um novo golpe militar ocorrido em 2021, o qual agravou a guerra civil, além de gerar ainda mais instabilidade política, decadência econômica e severos problemas humanitários.
Informações relevantes sobre Mianmar
Vale ressaltar que Mianmar possui 135 tribos étnicas, o que inevitavelmente gera constantes conflitos.
Dessa forma, no momento, Mianmar não é considerado um destino seguro para turismo, em razão da guerra civil e da repressão de um governo militar ditatorial. No entanto, as principais zonas turísticas como Yangon, Bagan e Lago Inle são relativamente seguras.
Em Mianmar, nossos cartões de crédito de bandeiras internacionais não funcionam. Apenas os emitidos em Mianmar são aceitos por estabelecimentos comerciais. Então, o visitante precisa levar dinheiro, em espécie.
Por outro lado, as casas de câmbio foram fechadas, por ordem do governo. Como consequência, somente bancos trocam dinheiro.
A população, por sua vez, é extremamente hospitaleira e sempre disposta a ajudar o turista.
Porém, eles temem fortemente expor suas opiniões sobre a ditadura militar, pois lá não há liberdade de expressão e eles podem ser presos pelo simples fato de discordar do governo.
Por fim, vale ressaltar que as redes sociais e aplicativos de mensagens como WhatsApp, Facebook, Instagram, entre outros, são banidos em Mianmar. Para usar esses aplicativos, nós tivemos que instalar um VPN local. Além disso, meu e-mail foi bloqueado, pelo próprio hotmail, assim que eu entrei no país, sob a alegação de “questões de segurança”.
Dia 11/12/2025: Chegada em Yangon
Chegamos em MIANMAR por Yangon, único local em que estava funcionando a imigração por via aérea no país, no ano de 2025.
Yangon já foi a capital de Mianmar e era antigamente chamada de “Rangoon” (a capital atual é Naipidau).
A cidade é uma típica metrópole, com grandes avenidas, trânsito caótico, muitos edifícios residenciais e comerciais, mas que, ao mesmo tempo, ostenta templos e pagodas seculares. Em meio a um mar de prédios e casas, emergem imponentes estupas douradas, fazendo da cidade um misto de caos e espiritualidade.
O mais impressionantes dos templos de Yangon é o Shwedagon, nosso primeiro ponto de parada.
Pagoda Shwedagon
“Pagoda” significa templo budista. Dentre as pagodas de Yangon, Shwedagon é, sem sombra de dúvidas, a mais grandiosa.
Ela é tão imensa que é possível avistar sua cúpula dourada de vários pontos da cidade.
Este templo é o primeiro centro religioso da antiga Birmânia (Séculos VI – X) e é um dos mais sagrados da religião budista, porque contém relíquias dos quatro Buddhas (sim, para eles, houve 4 Buddhas), inclusive 8 fios de cabelo do mais conhecido deles, Siddhartha Gautama.
A simples visão do templo é de arrepiar, pois ele é adornado com 27 toneladas de folhas de ouro, além de diamantes e outras pedras preciosas.



O complexo é formado por inúmeros templos menores, altares e estupas.



Quase 90% da população no Mianmar segue o budismo theravada, o qual chegou no Mianmar vindo da Índia, por intermédio do Sri Lanka.
No Templo Shwedagon é possível contemplar a forma como os budistas fazem suas orações. Há 8 altares – cada um representando um dia da semana (a quarta-feira é dividida em dois). Há, ainda, um animal do zodíaco, ligado a cada dia. O fiel deve jogar copos de água sobre o altar correspondente ao dia que nasceu, em um número de vezes equivalente à sua idade (e mais um, para longa vida).


Praça do Povo
Seguimos, então, para a Praça do Povo, que é um agradável oásis, em meio ao caos urbano. Nos fundos do parque, o templo Shwedagon domina a paisagem.


Este foi nosso primeiro dia no Mianmar e, depois de visitar estas duas atrações, retornamos a nosso hotel, para jantar e dormir.
Dia 12/12/2025: Bagan
O Reino de Bagan, igualmente conhecido como “Reino de Pagan”, é o berço de Mianmar. Este lugar encantador foi o que me levou a querer visitar o país.
Foi exatamente ali que as primeiras tribos autônomas que habitavam a região foram unificadas, sob um reino central.
Como eu já disse acima, Bagan (ou Pagan) foi um reino medieval, que existiu entre os Séculos IX e XIII. Em seu apogeu, o reino ostentava mais de 10.000 templos, dos quais restam apenas 2.000.
A região é composta por três vilas principais, entre outras menores, a saber: Old Bagan, New Bagan e Nyaung U.
Nós fomos de avião de Yangon para o Reino de Bagan, pois era a única forma segura, sendo que o aeroporto se situa na vila de Nyaung U.
Em nosso primeiro dia, caminhamos, a pé, por Old Bagan, que fica dentro das muralhas antigas.
A entrada da cidadela é feita pelo Portão Tharabar e nosso hotel ficava bem ao lado.

Golden Palace
Logo na entrada da cidadela murada, nos deparamos com o Palácio Real ou Palácio Dourado.

Trata-se de uma edificação erigida entre 2003 e 2007, inspirada no antigo palácio real do Século XI, do qual restam apenas umas poucas ruínas.


Torre Maha Bodhi
Continuamos nosso percurso a pé, passando pela Torre Maha Bodhi, a qual faz parte de um templo budista, datado do Século XIII. Seu formato remete a uma árvore “bodhi” ou figueira, que é o tipo de árvore sob a qual Buddha alcançou a iluminação.

Myet Taw Pyay Phaya
Passamos, ainda, pelo modesto templo Myet Taw Pyay Phaya.

Bu Phaya
Este santuário chama a atenção sobretudo por sua localização, qual seja, na beira do rio Irrauádi, principal curso d’água do país.


Gawdaw Palin Phaya
O templo Gawdaw Palin Phaya, construído no ano 1203, conta com um estilo arquitetônico bem típico do período tardio de Bagan.

Além disso, ele é um dos maiores templos da região.

Shwe Gu Gyi
Datado de 1131, o templo Shwe Gu Gyi é um exemplo arquitetônico do período intermediário do Reino de Pagan, contando com maior abertura e ventilação.

Depois de terminar o passeio, apanhamos um tuk-tuk e fomos para Old Bagan e New Bagan, para tentar trocar dinheiro. No percurso, passamos por centenas de pequenos templos.

Passamos, ainda, por vilas com pitorescas casinhas de bambu e tendas, que vendiam frutas, artesanato, objetos decorativos, entre outros.


Por fim, retornamos para o hotel e descansamos.
Dia 13/12/2025: Bagan
Neste dia, apanhamos um tour pelos principais templos de Bagan, chamado One Bagan Sightseeing Tour.
Adquirimos o ingresso com uma dessas empresas Get Your Guide/Viator/Civitatis.
O veículo, com motorista e guia, nos apanhou no hotel pela manhã e nos conduziu a todos os pontos do roteiro.
Shwezigon Zedi
O primeiro templo que visitamos foi o Shwezigon Zedi, um dos mais belos e mais importantes templos de Bagan.


A história deste templo é muito interessante, pois ele serviu até mesmo como depósito de estátuas consideradas “pagãs”. Isso porque o Rei Anawratha, um dos mais importantes monarcas do Reino de Bagan, impôs o budismo theravada a seus súditos, durante seu reinado.
Antes de tal imposição, a população era animista, praticando a adoração a espíritos (ou “nats”, que eram em grupos de 37).
O rei, então, proibiu o animismo, recolheu as estátuas dos espíritos e as ocultou em alguns templos, como no Shwezigon.



Kubyaukgyi Paya
Este templo não estava em nosso roteiro, mas nosso simpático guia fez questão de nos levar até seu interior, para nos mostrar afrescos originais do ano 1113. Tais pinturas retratavam monarcas, batalhas, cenas da vida cotidiana da realeza e, claro, Buddha.

Htinlominlo Pahto
O templo Htinlominlo Pahto data do Século XIII, ou seja, do período tardio do Reino de Bagan.


Curiosidade: os primeiros a esculpirem estátuas de Buddha foram os gregos, uma vez que Alexandre o Grande promoveu diversas incursões pela Ásia. Como é sabido, os países da Ásia eram eminentemente budistas. Porém, os Buddhas eram retratados com feições europeias. Com o tempo, as estátuas passaram a retratar Buddhas com traços mais asiáticos – corpo menor, rosto redondo, etc.
Kaymingha
Trata-se de um complexo, com diversos templos, sendo que cada um representa um membro diferente da família. Sua simplicidade e despretensão fizeram com que esse fosse o meu preferido em Bagan.






Ananda Patho
O Ananda Patho é um dos maiores e mais impressionantes templos de Bagan e não é à toa que ele é um dos mais reverenciados. Sua beleza é realmente de encher os olhos!
Ele foi originalmente construído entre os anos de 1090 e 1105, porém, após um terremoto ocorrido em 2016, ele foi reformado e suas paredes externas foram limpas e clareadas.



Ele conta com cerca de 1000 nichos, em seu interior.


Depois que visitamos este templo, fizemos uma pausa para o almoço, no Restaurante Queen, que servia comida típica.
Patho Hta Mya Hpaya
O que chama a atenção no Templo Patho Hta Mya Hpaya são seus afrescos de mais de mil anos, bem como um Buddha, retratado com uma túnica vermelha.


Ao lado dele, repousa o último templo construído em Pagan, antes da invasão mongol e da queda do reino.

Nat Hlaung Kyaung
Ainda nas imediações do templo anterior, situa-se o Nat Hlaung Kyaung, único templo hinduísta em Bagan. Ele, por sua vez, é repleto de divindades hinduístas.

That Byin Nyu
O That Byin Nyu é o templo mais alto de Bagan. Datado ano 1144, ele correspondendo ao período intermediário do reino.

Manuha
No templo Manuha, o Rei Anawrahta aprisionou outro rei, da dinastia Mon. Em seu interior, há uma estátua de Buddha de proporções gigantescas, que mal cabe dentro das instalações. Isso foi feito intencionalmente, justamente para transmitir uma sensação de claustrofobia, igualmente sentida pelo rei aprisionado. Infelizmente, na ocasião de nossa visita, esse templo estava todo coberto com lona, para fins de reforma.
Shwesandaw Paya
Em formato piramidal, o Shwesandaw Paya oferece uma vista de 360 graus de toda a região.

Além disso, ele abriga um grande Buddha reclinado.

Paramos num templo aleatório, somente para tirar fotos.

Dhammayangyi
Este é o maior templo de Pagan e, ao mesmo tempo, o mais massivo. Datado do Século XII, ele conta igualmente com um formato piramidal.
Na realidade, ele é inacabado, até os dias de hoje. Isso porque ele foi construído por um governante muito malvado, que mandou matar o próprio pai, irmão e esposa, pelo simples fato de praticarem o hinduísmo. Assim, depois de sua morte, ninguém se dispôs a terminar o que ele começou.




Sulamani Patho
O Sulamani Patho é um templo bem característico do período tardio do Reino de Bagan, datando do ano 1183.
Delicado por fora, ele abriga em seu interior muitos afrescos do Século XI.



Por fim, assistimos a um inspirador pôr do sol sobre um pequeno morro artificial.

Depois desse dia incrível e repleto de lindos passeios, jantamos em nosso hotel, na beira da piscina.
Dia 14/12/2025: Voo de balão e Monte Popa
Voo de balão
Neste dia, acordamos antes de o sol nascer, para fazer um inesquecível passeio de balão.
Nós voamos com a companhia Balloons Over Bagan.
A vista aérea dos templos de Bagan é de tirar o fôlego!







Depois do passeio de balão, voltamos ao hotel e tomamos café da manhã.
Tour ao Monte Popa
Em seguida, por volta das 8h30, apanhamos um tour ao Monte Popa, que compramos com uma dessas empresas Get Your Guide/Viator.

O templo situado no topo do Monte Popa é um santuário animista, onde se pratica a adoração aos “nats”, ou espíritos, em uma harmônica fusão com o budismo.

Antes de começar a subir a longa escadaria que leva ao topo do morro, passamos por diversas barraquinhas vendendo souvenirs.
O local é infestado por macacos, que costumam subtrair objetos que levamos nas mãos, principalmente comida.
O complexo do Templo do Monte Popa é formado por várias construções menores. Ao redor da base da estupa principal, há diversas estupas menores, que são homenagens a pessoas que fizeram doações ao templo.
Aqui também vemos a prática de “lavar” as estátuas.



No caminho de ida e volta, passamos por vilas pitorescas, que pareciam paradas no tempo.
Os vilarejos são repletos de casinhas de bambu e há muitos mercados de frutas, colorindo as ruas.



E a população, sempre muito simpática e acolhedora!

Por outro lado, passamos por uma situação cômica e ao mesmo tempo aterrorizante. No caminho de volta, meu marido percebeu que o motorista apanhou uma estrada mais longa. Ele, então, questionou nosso guia sobre isso. Ele, por sua vez, respondeu que o Governo havia enviado uma nota que aquela estrada mais longa era mais segura, pois a estrada mais curta estava sofrendo ataques dos rebeldes, com contra-ataques dos militares. Então está bom, né, fazer o que… melhor continuar na estrada mais longa…
Para encerrar este magnífico dia, descansamos na piscina do hotel, enquanto tomávamos alguns drinks.
Dia 15/12/2025: volta para Yangon
Retornamos de Bagan para Yangon, em avião. Chegando no aeroporto, Mr “Tchó” (foi assim que entendi o nome dele), um taxista que havíamos conhecido na chegada, nos apanhou no aeroporto e nos levou para conhecer o restante das atrações da cidade de Yangon. Valeu a pena, porque nosso próximo voo seria bem mais tarde e tínhamos uma longa conexão.
Templo Chaukhtatgyi Paya
O Chaukhtatgyi Paya não é tanto um templo, mas sim um abrigo para um gigante Buddha reclinado, um dos maiores de Mianmar.

A coroa da estátua é incrustada com diamantes e outras pedras preciosas.

Nas paredes, encontramos afrescos com cenas da vida de Buddha, desde seu nascimento, até sua passagem para o Nirvana.

Templo Sule Paya e Parque da Independência
O templo Sule Paya, situado em uma rotatória no coração urbano de Yangon, é um dos templos mais antigos de Mianmar, contando com aproximadamente 2000 anos.

Obviamente, ele foi reformado ao longo dos anos, mas não perdeu seu encanto.


Ao lado do templo, situa-se o Parque da Independência, contornado por prédios coloniais que sediam a Suprema Corte e a Prefeitura.


Templo Botataung
O templo Botataung, situado próximo às margens do rio, é igualmente um dos mais belos templos de Yangon.
No interior do templo, a primeira coisa que visitamos – e que é sua principal atração – foram os corredores dourados.
Estes corredores, em zigue-zague, serpenteiam o interior da estupa e são folhados a ouro, contendo algumas partes de ouro maciço.

Outra característica interessante do templo é que ele exibe um fio de cabelo do Buddha.
Quando Buddha renunciou à sua vida de príncipe para buscar a iluminação, ele cortou seus longos cabelos, com uma espada.
Não se sabe exatamente o que aconteceu com os cabelos cortados, mas, fato é que alguns templos alegam possuir fios e os preservam como relíquias sagradas, colocando-os à mostra.
O Templo Botataung é um deles.




Lago Kandawgyi ou Royal Lake
O Lago Kandawgyi é um corpo d’água artificial, feito pelos britânicos, durante o período colonial. O objetivo era mantê-lo como um reservatório de água.

Por fim, o Sr. Tchó nos levou ao aeroporto e apanhamos um voo direto de Yangon para Hanói, no Vietnam, encerrando, assim, nossa linda estada em Mianmar.
Além disso, nesta mesma viagem, visitamos a Tailândia, Vietnam e Malásia.
Não deixe de conferir!


Parabéns pela matéria. Comecei a ler e não parei mais. “Infestação de macacos” hahahahahahssha!
Achei magnífica a vista do seu passeio de balão, pois dá para ver dezenas (centenas?) de templos ao mesmo tempo!
Não sabia que eles acreditam em 4 Buddhas
O templo Botataung me chamou a atenção pela beleza!
Muito obrigada Jeannine! Sim, são milhares de templos em Pagan! Cerca de 2.000! Com certeza, o templo Botataung é belíssimo!
Seu post sobre Myanmar está fascinante, principalmente as informações sobre Bagan e os templos históricos. Esse destino no Sudeste Asiático é adequado para viagem em família com criança? Qual melhor época para visitar Myanmar?
Olá Deyse! Não há nenhum impedimento para levar crianças, mas por enquanto não é considerado um destino seguro para turismo. A melhor época para ir é fora das monções.
Acompanhei sua viagem pelo IG e já tinha achado os templos de Mianmar lindos! Parecem de mentira de tão cheios de detalhes… tirando o episódio do caminho mais longo, houve algum outro momento que se sentiram inseguros?
Oi Cíntia! Tirando esse episódio, o resto foi bem tranquilo. Valeu a pena visitar esse destino!
Texto e fotos irretocáveis, como sempre. O que são esses templos, hein?! Lindos demais. E essas frutas… me deu saudade da Ásia, tomei tanto suco de melancia nas ruas….
Obrigada querida!! Realmente, tudo é exótico, dos templos às frutas!
É raro encontrar um relato tão honesto sobre o turismo em Mianmar hoje em dia. Esse equilíbrio entre contexto histórico, situação política atual e dicas práticas ajuda demais a entender o que esperar do país antes de montar o roteiro.
Obrigada pelo comentário querida! Espero que tenha gostado do post!