MARANHÃO

O Parque dos Lençóis Maranhenses era um lugar que eu queria conhecer há muito tempo e estava na minha lista de “próximos destinos” (aliás, eu tenho listas para tudo!).

Realmente, é um lugar de beleza ímpar.

Os lençóis, propriamente ditos, ficam dentro de um parque nacional – Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses – e é possível chegar lá por três vilas: Barreirinhas (a mais famosa e mais cheia), Santo Amaro e Atins.

Nós fomos a duas dessas três: Barreirinhas e Atins.

Porém, para quem tiver tempo, recomendo a ida aos três pontos, porque cada um deles tem atrativos diferentes dos demais.

Barreirinhas tem bastante infraestrutura, com diversas pousadas, agências, restaurantes e bares. Porém, é menos aconchegante.

Atins é uma vila super charmosa e pitoresca. Ali, as ruas são de areia. Não há muita infraestrutura, mas há pousadas, restaurantes e bares em número suficiente, todos muito agradáveis. Atins é o paraíso do kite surf (toda a tarde, dezenas deles se reúnem para voar na orla). Esta vila lembra muito o que Jericoacoara (no Ceará) já foi um dia.

Não conhecemos Santo Amaro, mas dizem que é também bem interessante e que as piscinas de lá são as mais bonitas.

Eu organizei tudo antes de viajar (hotéis, transporte e passeios). Porém, também é possível contratar os passeios chegando lá.

Além dos Lençóis Maranhenses, que ficam a leste da capital São Luís, decidimos conhecer também as Reentrâncias Maranhenses (aquelas “franjas” que podemos ver no mapa do Maranhão), mais especificamente, à Ilha dos Lençóis, que fica a oeste da capital.

Repare que Lençóis Maranhenses e Ilha dos Lençóis, embora tenham o nome parecido, não se confundem!

Vou relatar tudo abaixo, nesta postagem.

Viajamos na fase de flexibilização das restrições impostas devido à pandemia de COVID-19 (saindo dia 10 e voltando dia 20 de setembro de 2020), logo após a primeira onda, antes, porém, da segunda onda. Embora eu estivesse com um pouquinho de medo, achei tudo bem seguro, desde os transportes (avião, barco, ônibus), até os hotéis e restaurantes. Em todos os lugares, era obrigatório o uso de máscaras. Havia álcool em gel em todo canto. Somente nos hospedamos em hotéis e pousadas que tinham “selo” de segurança em relação ao coronavírus. Esses lugares tinham quartos e banheiros muito bem esterilizados. O café da manhã era restrito e buffets eram evitados. Havia medidas de higiene, tais como o próprio funcionário do estabelecimento servir a comida e tudo vir embalado e protegido. Evitamos comer coisas cruas e tomamos muito cuidado com nosso próprio lixo (como guardanapos e máscaras para descarte). Além disso, procurávamos fazer as refeições em lugares abertos. Felizmente, deu tudo certo!

Dia 1 (de tarde):

Nossa companhia aérea cancelou o voo e fomos reacomodados em um voo dois dias antes, o que foi muito bom, porque pudemos conhecer e aproveitar melhor a capital.

Chegando a São Luís, já sentimos aquele calor gostoso do Nordeste, embora ainda fosse inverno.

Fomos direto para a Pousada Maramazon, onde nos hospedamos por R$130,00 o casal (preço especial pós pandemia). Sua localização é excelente, pois fica na Praia do Calhau, um bairro na orla, cheio de bares, restaurantes e baladas.

Outro lugar bastante procurado para hospedagem é o Centro Histórico, mas eu, particularmente, gostei muito de ficar na região do Calhau, pois, além de ter praia, é um bairro mais moderno.

No Maranhão, ouve-se muito reggae, provavelmente em razão de sua proximidade com o Caribe. Aliás, há uma estação de rádio da Jamaica que pega em alguns pontos da capital.

São Luís foi a única capital de Estado brasileiro fundada pelos franceses. Posteriormente, foi colonizada por holandeses e, por fim, por portugueses. Ela foi nomeada em homenagem ao Rei Louis XIII, Rei da França àquela época.

Caminhamos um pouco pela orla e pela praia do Calhau e fomos almoçar no restaurante Picanha Beach, muito gostoso. No final da tarde, assistimos a um belíssimo pôr do sol e fomos tomar um drink no barzinho ao lado do hotel, chamado Soul Lounge.

À noite, jantamos uma deliciosa pizza de camarão, na pizzaria italiana Nonno Giotto, com vinho, claro!

Dia 2

Pela manhã, descansamos no hotel. Às 15h00 fomos de taxi para o Centro Histórico. Chegamos pela Rua da Alfândega e logo fomos almoçar no excelente restaurante Flor de Vinagreira, onde comemos o tradicional prato maranhense chamado arroz de cuxá (arroz com camarão), com a famosa bebida local: o Guaraná Jesus!

Caminhamos bastante pelas ruelas do centro histórico, passando por casarões antigos, de azulejos coloridos centenários. As ruas mais “famosas” são a Rua da Estrela e a Rua do Giz.

Descemos pela Rua da Estrela, até Convento das Mercês, e subimos pela Rua do Giz que foi palco de gravações da novela da Globo dos anos 90 chamada “Da cor do pecado”.

Subimos a escadaria até Catedral da Sé e passamos pelo Palácio dos Leões, Prefeitura e Praça dos Poetas, onde tomamos um café.

Catedral da Sé

Detalhe para a máscara que colocaram na estátua da fonte (sim, bons exemplos devem ser dados!):

Palácio dos Leões

Em seguida, descemos até o Largo do Nauro Machado, muito boêmio e repleto de barzinhos, onde tomamos cerveja.

Compramos itens de artesanato deste simpático artista:

Depois, fomos ao Centro Cultural do Mestre Amaral, que fica ali perto, assistir à tradicional dança maranhense chamada “Tambor de Crioula”. Os músicos começaram aquecendo o couro de seus tambores, em uma fogueira feita ali na rua mesmo. Em seguida, começaram a tocar na praça e depois entraram no Centro Cultural. Eu mesma acabei dançando na roda, com uma saia emprestada da Aline, uma das artistas.

Voltamos de táxi para o hotel e jantamos na orla, em um centrinho gourmet, uma quesadilla de camarão.

Dia 3

Uma van de uma companhia de transporte Fanttur (muito profissionais, por sinal!) nos buscou cedo na pousada e nos levou para a cidade de Barreirinhas. Foram mais ou menos 4 ou 5 horas de viagem. O desembarque foi na Pousada do Rio, onde nos hospedamos. Almoçamos na própria pousada e, por volta das 14h00, uma van da Agência São Paulo Ecoturismo nos apanhou, para o passeio. Havíamos contratado essa excelente agência de antemão, para fazer o passeio nos Lençóis Maranhenses. 

Não podem entrar carros privados no parque: somente carros de agências autorizadas e precisa ser um 4×4.

Normalmente, os passeios são de metade de um dia. Há dois principais: o da Lagoa Azul e o da Lagoa Bonita. Este último tem uma visão panorâmica melhor dos lençóis, porque as dunas de areia são mais altas.

Dá para fazer um circuito de manhã e outro de tarde.

Cada circuito de meio dia custa aproximadamente R$90,00 (noventa reais), por pessoa.

Optamos pelo circuito da Lagoa Bonita.

Saindo da Agência São Paulo Ecoturismo, em um veículo 4×4 e cruzamos o Rio Preguiças, em uma pequena balsa. Percorremos uma estrada de areia, atravessando riachos e charcos, por aproximadamente 50 minutos. Achei bem divertido o caminho!

Finalmente, chegamos aos lençóis. Logo de início, subimos a pé uma duna de areia de quase 90 metros. A subida é bem íngreme e faz a gente perder o fôlego. Mas chegando a seu topo, a vista é recompensadora!

Os lençóis são muito extensos, então os passeios normalmente incluem duas ou três lagoas, somente.

O guia nos levou às seguintes lagoas: do Descanso, do Clone (que tem esse nome por causa da novela) e Bonita. Caminhamos pelas dunas e tomamos banho nas lagoas. Além disso, voamos um pouco nosso drone.

Por fim, retornamos ao ponto de início do passeio, de onde assistimos ao pôr-do-sol.

Apanhamos o caminho de volta para Barreirinhas e ao lado da balsinha havia várias lojinhas de artesanato e de tapioca.

Chegando a Barreirinhas, tomamos uma cerveja no delicioso quintal de fundos da pousada, que fica na beira do Rio Preguiças.

À noite, fomos ao centrinho, onde estava rolando um forrozinho, e jantamos lagosta no restaurante Canoa, por um preço bastante acessível (R$150,00 para duas pessoas).

Dia 4

O segundo passeio mais famoso da região, tirando, claro, os lençóis maranhenses, é o passeio de voadeira pelo Rio Preguiças. Contratamos este tour também com a Agência São Paulo Ecoturismo. Saiu a R$140,00 (cento e quarenta reais) por pessoa, com destino final na vila de Atins.

A 1ª parada foi Vassouras, também conhecida como Pequenos Lençóis. É muito bonito. Ali funciona um restaurante e uma lojinha. Além disso, há muitos macaquinhos que ficam brincando nas árvores. Caminhamos um pouco pelos pequenos lençóis, que tem lindas lagoas (e muitos geradores eólicos…).

A 2ª parada foi Mandacaru, onde há um farol, mas que está temporariamente fechado para restauração. O único atrativo daquela vila, além dos simpáticos habitantes, é uma colorida barraca de bebidas, onde encontramos garrafas de cachaça com variadas frutas. Ali tomamos uma caipirinha de caju.

A 3ª parada foi Caburé, um estreito de areia que fica entre o oceano e o rio. É um lugar de rara beleza, mas que infelizmente foi tomado por grandes e feios restaurantes, além de dezenas de barcos. Sem mencionar o lixo que acaba sendo espalhado ali. Ou seja, mais um lugar lindo, estragado por obra do Homem. Sem mencionar que o preço das refeições é muito caro pelo que oferece.

Já havíamos acertado previamente com a agência de pagar um preço adicional para que a voadeira nos levasse até Atins (pois essa parada não está incluída no passeio).

Então, navegamos na voadeira por 15 minutos a mais e desembarcamos na incrível vila de Atins, um dos pontos de entrada para os Lençóis Maranhenses (circuito de Atins).

Atins é SENSACIONAL e lembra muito o que Jericoacoara foi, no passado. Ali, as ruas são de areia fofa e as casinhas são bastante pitorescas. Há alguns bares e restaurantes rústicos, além de alguns quiosques pé na areia. 

Atins é o paraíso do kitesurf, pela intensidade e constância do vento.

Nos hospedamos na Pousada do Irmão (R$200,00 a diária para o casal) e eles foram nos buscar no porto. 

Após deixar nossas coisas na pousada, fomos caminhando até a praia e paramos no agradável quiosque de praia Lar doce Mar, ponto onde os kitesurfistas se reúnem toda tarde para voar. Ali tocava um reggae e tomamos alguns drinks.

Depois que o sol se pôs, retornamos à pousada, tomamos banho e fomos jantar no delicioso Restaurante da Sessé um refinado camarão com arroz cremoso, dentro do abacaxi.

Dia 5

Hoje pela manhã, percorremos o Circuito de Atins dos Lençóis Maranhenses, passando pela Lagoa do Gavião e Lagoa do Kite. Eu achei esse circuito mais bonito do que o de Barreirinhas e bem menos lotado.

Outra vantagem é que os lençóis ficam a 10 minutos da vila, então aproveita-se mais o passeio e é possível ficar bastante tempo nas lagoas.

O 4×4 andava sobre as dunas, lembrando aqueles passeios do Rio Grande do Norte.

Almoçamos no tradicional Restaurante da Luzia, camarões médios grelhados.

À tarde, descansamos um pouco na pousada e fomos à praia tomar um drink, para ver o pôr-do-sol.

À noite, jantamos e tomamos um chopp na cervejaria artesanal Urra.

Dia 6

Às 7h00 da manhã, retornamos para Barreirinhas, de voadeira (aproximadamente 1h15 de viagem). Estávamos prestes a viver uma aventura incrível!

Embora esse tipo de coisa me dê frio na barriga, tomei coragem para fazer o voo sobre os lençóis (na parte de Barreirinhas). Contratamos com a Agência São Paulo Ecoturismo, que terceiriza o serviço para uma companhia especializada.

O voo saiu às 10h00 e teve duração de 30 minutos, custando R$280,00 (duzentos e oitenta reais) por pessoa. É uma experiência indescritível! Vale muito a pena! Pudemos ver as lagoas ali das alturas e a visão panorâmica era incrível!

Tinha algumas com formatos interessantes, como o formato de um coração:

Acabado o sobrevoo, voltamos extasiados ao centrinho de Barreirinhas e almoçamos no Restaurante Canoa.

Descansamos na Agência São Paulo Ecoturismo, que tem uma área deliciosa nos fundos (com redes e uma decoração fofa), pois tínhamos que esperar pela van de retorno à capital, que nos apanhou às 16h00.

Chegamos em São Luís por volta das 21h00 e nos hospedamos novamente na pousada Maramazon. Jantamos ali pertinho, no centrinho gourmet.

Dia 7

Resolvemos fazer um passeio bastante “fora do buraco comum” e visitar um destino pouquíssimo conhecido, chamado Ilha dos Lençóis. Esta ilha fica nas Reentrâncias Maranhenses. Mas atenção, a Ilha dos Lençóis não se confunde com os Lençóis Maranhenses! A Ilha dos Lençóis fica a oeste da capital São Luís, sendo que os Lençóis Maranhenses ficam a leste dela. A Ilha fica no Arquipélago de Maiaú e faz parte da cidade de Cururupu. É um lugar de difícil acesso (levamos aproximadamente 12 horas para chegar da capital até lá), o que é ótimo, pois evita as hordas de turistas e o turismo não sustentável. Aliás, éramos os únicos turistas na ilha!

Trata-se de uma ilha toda de areia, que fica situada no limiar entre dois grandes biomas: amazônia e cerrado. Isso lhe confere uma beleza natural rara e única.

Lá podemos encontrar uma ave endêmica, chamada guará, ou ibis vermelho, que é um dos pássaros mais bonitos que já vi. Há rios e mangues; porém, há também dunas.

Ali era o lar da maior colônia de albinos do mundo, os chamados “filhos da lua”. Porém, poucos deles ainda estão na ilha, por causa do sol causticante.

A infraestrutura da ilha ainda é incipiente (mas este é um de seus charmes!).

Fechamos o passeio com o Fernando, da Pousada Recanto das Aves. O valor que fechamos incluía estadia, refeições, passeios e traslados.

Ele nos buscou, em São Luís, com seu filho Lauro, às 4h00 da manhã. Logo chegamos na balsa que leva a Alcântara e tivemos que esperar cerca de 1 hora, por causa da maré. 

Depois de cruzar para o lado de lá, pegamos a estrada até a vila de Apicum Açu, o que levou 4 horas. De Apicum Açu, apanhamos um barco de pescador até a Ilha dos Lençóis. Como estávamos contra a maré e contra o vento, a viagem levou 5 horas. Mas ao longo do caminho, vimos coisas muito interessantes, como pássaros, barquinhos de pesca, casinhas na beira do rio…

Finalmente chegamos à pequena vila de pescadores da Ilha dos Lençóis, com casinhas de madeira e ruas de areia, rodeada por dunas, rios e pelo mar.

Dia 8

Acordamos revigorados e prontos para explorar a pitoresca ilha!

Fizemos uma caminhada, pela orla, passando por dunas, mangues, rios e mar. Avistamos pássaros e também pescadores trabalhando na feitura de redes, na pesca e na secagem de peixes e camarões. Vimos, ainda, dejetos do mundo todo, atirados no mar e que vão parar naquelas bandas, até mesmo garrafas plásticas vindas da Malásia (pois infelizmente as correntes marítimas levam o lixo para lá).

Ao final do trajeto, tomamos banho de mar e voltamos de canoa para a vila.

Ali na vila, sentamos no aconchegante bar do Soca e tomamos cerveja, conversando com os pescadores locais, ouvindo suas interessantes histórias.

Almoçamos camarão ensopado na pousada e descansamos um pouco. Essa era nossa pousada e este o restaurante da pousada, respectivamente:

No final da tarde, fizemos um passeio de canoa até o Farol e a Vila Militar. Na volta, vimos muitos guarás fazendo revoada.

Tomamos mais uma cerveja no bar do Soca e jantamos na pousada um delicioso camarão recheado com temperos.

Sim, nos entupimos de camarão na Ilha dos Lençóis! E era daquele “graúdo” mesmo, não era pequeno não! O quilo do camarão é muito barato em relação ao nosso, pois são pescados ali mesmo.

Dia 9

Neste dia, fizemos uma caminhada para explorar o outro lado da ilha. Avistamos mais guarás.

Ao final do percurso, tomamos um banho de mar.

Em seguida, retornamos à vila e caminhamos pelas ruas de areia, até a praia, avistando casinhas e animais domésticos, que passeavam livremente por ali.

Almoçamos na pousada peixe ensopado no molho de caju (delicioso!) e descansamos um pouco.

Às 16h00, ou seja, quando o sol estava menos causticante, saímos para passear. Fomos, primeiramente, caminhar sobre a duna da vila:

Em seguida, saímos de canoa para procurar guarás. Ficamos esperando eles pousarem em algum lugar, para ver sua revoada.

Depois de descobrirmos o ponto, subimos as dunas e conseguimos ver a revoada desses belos pássaros vermelhos.

Retornamos a vila e, como já estava virando costume, tomamos uma cerveja no bar do Soca, o qual nos presenteou com uma deleitosa porção de camarão grande fresquinho, feito na água e sal.

Jantamos na pousada um delicioso peixe recém pescado, grelhado.

Dia 10

Saímos às 4h00 por causa da maré e navegamos ainda de noite. O céu estava lindo. Desta vez, a viagem no barquinho de pescadores demorou apenas 2 horas, pois a maré estava favorável. Percorremos a estrada até o porto onde se toma o ferry.

Íamos para Alcântara, mas acabamos não indo, porque recebemos uma triste notícia de falecimento na família. Ficamos esperando a balsa por 4 horas para cruzar até São Luís e chegamos de noite na capital.

Dia 11 de manhã

Hoje era o dia da volta, então acordamos, caminhamos um pouco pela praia do Calhau e almoçamos no restaurante Picanha Beach, que tem lindos e coloridos painéis, retratando um pouco do folclore maranhense.

Em seguida, fomos ao aeroporto para apanhar nosso voo de retorno para casa.

 

E assim terminaram estas rápidas, porém deliciosas férias no Maranhão!

16 comentários em “MARANHÃO”

    1. alexandramorcos

      Muito obrigada, Vanessa!!! Volte para lá sim! Tem muita coisa bonita para explorar por lá!

  1. Encantada com o destino e com suas fotos. Parabéns! Ótimas dicas!
    Acabei de comprar para o carnaval. Vou me inspirar nesse post.

  2. Ah… o Maranhão está na minha lista de desejos! Ainda não conheço e quero muito ir. Suas dicas, com certeza, irão me ajudar. bjs

  3. uau Alê! que reportagem bacana…. sempre tive vontade de ir e agora com essa reportagem está mais do que certo, só falta escolher a data.

    parabéns pela matéria super bacana e pelas fotos. ficaram show!

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